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Os vilões que atrapalham o seu orgasmo Às vezes, chegar lá pode ser mais difícil do que a gente imagina. Beleza&Saúde &Sexo investiga o distúrbio que é o maior desmancha-prazer feminino.
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Conhecendo o inimigo
A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas, quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando: ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?” Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os antidepressivos antes do que imaginava.
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No caminho do prazer
Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.
Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”
Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”
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Sexo
Sexo anal em evidência O que ficava evidente nos filmes eróticos cada vez mais bate à porta de casais. Saiba em detalhes como a festa no lado B pode ser a cereja do bolo do seu prazer. Mais: posições ousadas, de iniciante ao nível mais avançado. Experimente!
As mulheres mais incendiárias na cama não vivem sem. E até aquela sua amiga com cara e certificado de boa moça confessou que não vê a hora de experimentar. O hit do momento quando se trata de prazer é um velho conhecido tabu: o sexo anal. "Ele faz parte de quase todas as minhas transas", conta a advogada Cecília, 29 anos. "Já cheguei ao orgasmo apenas com penetração por trás e a sensação de poder, de fazer o que pouquíssimas mulheres ousam praticar, é incrível", garante ela. Orgasmo? Sim, é possível chegar lá pela porta dos fundos. "O ânus está cheio de terminações nervosas, é ultrassensível à dor, e por consequência ao prazer também", explica o urologista e terapeuta sexual Celso Marzano, autor do livro O Prazer Secreto. E, apesar de não apresentar um botãozinho mágico como o clitóris, algumas de suas inervações estão interligadas às da vagina. Mariana, 26 anos, já sentiu essa ligação bombástica: "Parece que o clitóris fica mais sensível conforme meu namorado se encaixa. Aproveito para me masturbar. A sensação é intensa".
Ok, a brincadeira pode ser bem dolorida também. Se o bonitão forçar a barra, o esfíncter, músculo da região anal, contrairá como defesa do corpo. E aí vai arder como chama! Mas para tudo há um jeitinho. "Seu amor pode encostar o pênis sem fazer pressão e esperar que o músculo relaxe para depois iniciar a penetração", orienta a sex trainer Fátima Mourah. "Vale pedir a ele que dedilhe a área ao redor, dê beijos e lambidas", orienta a sexpert. "O erro é deixar que deslize o pênis como quando entra pela vagina’, avisa Cecília. "É melhor encaixar o dito-cujo como se fosse um parafuso, fazendo pequenas rotações para vencer a resistência com menos dor", ensina a praticante. Quer mais ideias?
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Exploração à 10ª potência
Quem disse que você precisa esperar até que a prática os leve à perfeição para sair satisfeita da experiência? O estímulo do clitóris, dos mamilos e de outras regiões erógenas pode e deve ocorrer simultaneamente à penetração anal. "Estando em ponto de bala, o relaxamento aumenta e seu corpo trabalha naturalmente na busca pelo prazer", ensina a sex trainer Fátima. Estimuladores clitorianos são ótima opção. Outra possibilidade é tirar partido de um vibrador com curvatura exata para fricção do ponto G. "O Rodrigo trouxe um desses para a cama e me desafiou dizendo que queria me assistir chegando lá de todos os jeitos possíveis. Viciei!", lembra Cecília.
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Passagem dupla
Lembra aquele sonho com vários homens a desejando? Para as praticantes de sexo anal, a distância entre devaneio e realidade diminui. Às iniciantes, a sexóloga Carla Cecarello aconselha usar o acessório para penetração por trás e deixar que seu homem tome conta da situação na frente. Um plugue anal tem tamanho adequado e cumpre a função de estimular o lado B muito bem. Está expert? Escolha um vibrador com estimulador clitoriano e convide seu querido para o melhor da festa.
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4 posições de ataque
Existem muitas opções além da típica cachorrinho. Eleja a sua ideal!
Nível: iniciante.
Nível: intermediário.
Nível: intermediário.
1. Colherinha safada
Você fica de lado e o seu querido se encaixa por trás, o que facilita controlar totalmente o ritmo da penetração. E ela não costuma ser muito profunda nessa posição.Nível: iniciante.
2. Missionário nas estrelas
O lindo fica por cima e você por baixo, com os pés apoiados nos ombros dele e os joelhos flexionados, como se estivesse na cadeira do ginecologista. Você fica com as mãos livres para estimular o clitóris, e o principal: terão contato visual direto. A penetração é mais profunda que a da colherinha. O pênis também entra mais facilmente, pois o relaxamento do ânus é total.Nível: intermediário.
3. Cadeira tentadora
Fique de pé diante da cadeira e apoie as mãos no encosto. Coloque uma das pernas em cima do assento. O bonitão se encaixa por trás e inicia a penetração. Essa posição é ótima porque ele fica com espaço livre para acariciar seu clitóris. A penetração não é tão profunda, mas o malabarismo excita por poder ser praticado fora da cama.Nível: intermediário.
4. Cavalgada do pecado
O moço deita de costas e você - de frente ou de costas para ele - vai descendo aos poucos sobre o pênis. Essa posição dá um controle bastante intenso da profundidade, mas também é sinônimo de uma penetração consideravelmente profunda. Se quiserem turbinar o momento, peça a ele que suba e desça o quadril para dar um ritmo mais rápido à penetração.
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Sexo
Facilitando o free pass
» Seu querido pode e deve, primeiro, simular com o dedo. Quanto mais ele brinca, melhor. Assim como, na hora H, usar uma camisinha bem lubrificada e ainda passar camada extra de lubrificante no local.
» Dica da ala masculina: em dias férteis, sua excitação atinge o ápice. Com mais tesão, você relaxa e torna tudo muito mais fácil e prazeroso.
» Você teme pagar mico com a sujeira que podem encontrar lá atrás? Faça uma ducha íntima com kits vendidos em farmácias. Ela ajuda a injetar água no canal do reto, eliminando surpresas indesejáveis ali. Também evite praticar sexo anal logo após as refeições. Há um efeito gastrocólico que nos dá vontade de ir ao banheiro.
» Na hora da penetração, faça força para fora. O ânus se dilata e envolve o membro com maior facilidade.
» Usar xilocaína, nem pensar! Por ser um anestésico poderoso, vai inibir toda sensação que possa ter e você nem perceberá se a região ficar machucada.
» Nunca partam para a penetração vaginal sem antes trocar o preservativo e fazer a higiene local com água e sabão.
» Dica da ala masculina: em dias férteis, sua excitação atinge o ápice. Com mais tesão, você relaxa e torna tudo muito mais fácil e prazeroso.
» Você teme pagar mico com a sujeira que podem encontrar lá atrás? Faça uma ducha íntima com kits vendidos em farmácias. Ela ajuda a injetar água no canal do reto, eliminando surpresas indesejáveis ali. Também evite praticar sexo anal logo após as refeições. Há um efeito gastrocólico que nos dá vontade de ir ao banheiro.
» Na hora da penetração, faça força para fora. O ânus se dilata e envolve o membro com maior facilidade.
É proibido!
» Nunca permita que seu parceiro dispense a camisinha. Por ser lubrificada, ela facilita o ato e ainda protege os dois de contaminações.» Usar xilocaína, nem pensar! Por ser um anestésico poderoso, vai inibir toda sensação que possa ter e você nem perceberá se a região ficar machucada.
» Nunca partam para a penetração vaginal sem antes trocar o preservativo e fazer a higiene local com água e sabão.
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Sexo a três: triplo prazer Ele entrou para o hall da fama das práticas favoritas de quem acredita que, em matéria de excitação, o céu é o limite. Você ainda não se sente pronta? NOVA ajuda você nessa missão e mostra os prós e contras de entrar nessa aventura sexual
Mas é bom avisar: dividir a cama com dois parceiros não é para todo mundo. Antes de experimentar, vale a pena sondar o que seu querido acha. "A primeira vez que demonstrei esse desejo, meu noivo ficou inseguro, achando que eu não estava satisfeita com seu desempenho", diz Amanda, 32 anos. A fisioterapeuta Lucia, 26 anos, também tremeu quando ouviu a proposta do namorado. De tanto o moço insistir, topou, mas se arrependeu. "Morri de ciúme ao vê-lo com outra. Pouco tempo depois, terminamos." De fato, um convidado extra pode balançar - e muito - seu relacionamento. Os riscos são enormes: de se apaixonar pela pessoa errada, de se sentir traída, de perder a confiança no parceiro, de achar o sexo tradicional sem graça... Se estiver pensando em encarar a aventura, é fundamental conversar abertamente sobre como vocês vão se comportar com um penetra - ops! - na cama. A experiência vai esquentar o relacionamento? Hora de organizar a logística. Sexo a três pode ser muuuito divertido, só que esconde algumas armadilhas. Por isso, NOVA montou um guia de regras de etiqueta para garantir seu prazer. Pode começar a contagem progressiva: 1, 2, 3... fogo!
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Sexo
Cama para três
Vocês escolheram a companhia, local, data e horário. E agora? "Deixe rolar. Ménage não pode ser planejado em detalhes. Tem que haver espontaneidade", diz o professor de educação física Tadeu, 28 anos. Para ajudar a descontrair, um drinque é a pedida - mas sem exageros. "Quando todos estiverem confortáveis, é só deixar alguém iniciar as carícias e aproveitar." Mandamento número 1: não deixe ninguém de fora da brincadeira, mas sempre priorize o prazer do seu parceiro. Os dois estão ocupados e você se sentiu sobrando? Arrume algo para fazer, como se tocar ou beijá-los. E não se esqueça de usar camisinha e definir uma mão para cada pessoa, pois os fluidos podem transmitir doenças.
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Antes da transa
Escolher quem vai ocupar o terceiro travesseiro da sua cama é crucial para o sucesso da noite. Primeira pergunta: homem ou mulher? Independentemente da opção, lembre-se de que deve se sentir à vontade em tocar e ser tocada, bem como ver o parceiro fazendo o mesmo. Antes de decidir se vai convidar amigos, conhecidos ou profissionais do sexo, procure medir seu nível de segurança e valor da amizade. Aí, estabeleça regras claras com seu amor. Por exemplo: ele pode beijar na boca, mas não penetrar a outra. Você pode fazer sexo anal, mas não oral etc.
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Sexo
Clitóris
Sua função é dar prazer à mulher. Experimente observá-lo com um espelho (ao abrir a vulva, ele parece um capuz que se projeta para fora). O toque e a masturbação são fundamentais para o autoconhecimento, pois a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal, e sim clitoridiano. Muitas ainda têm pudor ou medo de mostrar ao parceiro como gostariam de ser tocadas aí. E raras ousam masturbar-se durante o ato sexual. Se para alguns homens ver a masturbação feminina é um deleite, outros se ressentem ao descobrir que a penetração não é a chave do orgasmo. Mas a estimulação do clitóris também pode ocorrer no ato sexual, sobretudo na tradicional posição papai-e-mamãe e quando a mulher fica por cima do parceiro, conduzindo movimentos e ritmo.
Decote
O dramaturgo Nelson Rodrigues dizia que “um vago decote pode comprometer ao infinito”. Ele entendia a linguagem da volúpia, em que o decote vale por uma promessa. Sábia a mulher que descobre como usar algumas peças do seu guarda-roupa como disparadores de fantasias.
Sua função é dar prazer à mulher. Experimente observá-lo com um espelho (ao abrir a vulva, ele parece um capuz que se projeta para fora). O toque e a masturbação são fundamentais para o autoconhecimento, pois a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal, e sim clitoridiano. Muitas ainda têm pudor ou medo de mostrar ao parceiro como gostariam de ser tocadas aí. E raras ousam masturbar-se durante o ato sexual. Se para alguns homens ver a masturbação feminina é um deleite, outros se ressentem ao descobrir que a penetração não é a chave do orgasmo. Mas a estimulação do clitóris também pode ocorrer no ato sexual, sobretudo na tradicional posição papai-e-mamãe e quando a mulher fica por cima do parceiro, conduzindo movimentos e ritmo.
Decote
O dramaturgo Nelson Rodrigues dizia que “um vago decote pode comprometer ao infinito”. Ele entendia a linguagem da volúpia, em que o decote vale por uma promessa. Sábia a mulher que descobre como usar algumas peças do seu guarda-roupa como disparadores de fantasias.
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Clitóris
Sua função é dar prazer à mulher. Experimente observá-lo com um espelho (ao abrir a vulva, ele parece um capuz que se projeta para fora). O toque e a masturbação são fundamentais para o autoconhecimento, pois a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal, e sim clitoridiano. Muitas ainda têm pudor ou medo de mostrar ao parceiro como gostariam de ser tocadas aí. E raras ousam masturbar-se durante o ato sexual. Se para alguns homens ver a masturbação feminina é um deleite, outros se ressentem ao descobrir que a penetração não é a chave do orgasmo. Mas a estimulação do clitóris também pode ocorrer no ato sexual, sobretudo na tradicional posição papai-e-mamãe e quando a mulher fica por cima do parceiro, conduzindo movimentos e ritmo.
Decote
O dramaturgo Nelson Rodrigues dizia que “um vago decote pode comprometer ao infinito”. Ele entendia a linguagem da volúpia, em que o decote vale por uma promessa. Sábia a mulher que descobre como usar algumas peças do seu guarda-roupa como disparadores de fantasias.
Sua função é dar prazer à mulher. Experimente observá-lo com um espelho (ao abrir a vulva, ele parece um capuz que se projeta para fora). O toque e a masturbação são fundamentais para o autoconhecimento, pois a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal, e sim clitoridiano. Muitas ainda têm pudor ou medo de mostrar ao parceiro como gostariam de ser tocadas aí. E raras ousam masturbar-se durante o ato sexual. Se para alguns homens ver a masturbação feminina é um deleite, outros se ressentem ao descobrir que a penetração não é a chave do orgasmo. Mas a estimulação do clitóris também pode ocorrer no ato sexual, sobretudo na tradicional posição papai-e-mamãe e quando a mulher fica por cima do parceiro, conduzindo movimentos e ritmo.
Decote
O dramaturgo Nelson Rodrigues dizia que “um vago decote pode comprometer ao infinito”. Ele entendia a linguagem da volúpia, em que o decote vale por uma promessa. Sábia a mulher que descobre como usar algumas peças do seu guarda-roupa como disparadores de fantasias.
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Sexo
Erotismo
Como nutrir o erotismo nas relações de longa duração? Tentem se lembrar do que lhes dava tesão nos tempos de namoro. Viajar sozinhos, sair para dançar, fugir da cena doméstica para ir ao motel ou simplesmente tomar um vinho pode abrir caminho para uma noite de sexo intenso. Cuidar do erotismo é como cuidar da fogueira: se você ficar com preguiça, o fogo apaga.
Felação
É o sexo oral que a mulher pratica no homem. Nem sempre elas estão a fim e quem acha um horror não deve se forçar. Mas, antes de descartar, veja se a sua rejeição não é cultural. Muitas vezes, o nojo está associado a uma visão repressora, que considera que tudo o que vem do sexo é sujo ou pecaminoso, incluindo os fluidos corporais. Experimentar essa modalidade durante um banho a dois, por exemplo, pode minimizar os pudores ligados à higiene. Um toque: pratique em todo o pênis, não só na ponta (glande). Os homens sentem prazer também pelo visual picante que essa prática oferece.
Como nutrir o erotismo nas relações de longa duração? Tentem se lembrar do que lhes dava tesão nos tempos de namoro. Viajar sozinhos, sair para dançar, fugir da cena doméstica para ir ao motel ou simplesmente tomar um vinho pode abrir caminho para uma noite de sexo intenso. Cuidar do erotismo é como cuidar da fogueira: se você ficar com preguiça, o fogo apaga.
Felação
É o sexo oral que a mulher pratica no homem. Nem sempre elas estão a fim e quem acha um horror não deve se forçar. Mas, antes de descartar, veja se a sua rejeição não é cultural. Muitas vezes, o nojo está associado a uma visão repressora, que considera que tudo o que vem do sexo é sujo ou pecaminoso, incluindo os fluidos corporais. Experimentar essa modalidade durante um banho a dois, por exemplo, pode minimizar os pudores ligados à higiene. Um toque: pratique em todo o pênis, não só na ponta (glande). Os homens sentem prazer também pelo visual picante que essa prática oferece.
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Sexo
Genitália
Fala-se muito dos órgãos sexuais, mas pouca gente conhece o funcionamento do pênis e da vagina. Ver figuras, pesquisar livros e sites sobre o assunto, aproveitar a visita ao médico para esclarecer dúvidas ajuda o casal a se entender melhor com a sexualidade e a derrubar mitos. Além disso, cuidar da saúde, da higiene e da beleza íntima é sinal de carinho, abre caminho para a expressão sexual.
Hormônios Nossa famosa flutuação de humor e amor é efeito da alteração hormonal do ciclo menstrual. O uso de hormônios sintéticos, como pílula ou reposição na menopausa, tende a diminuir essa oscilação, mas muitos fatores contribuem para bagunçar o tom da orquestra feminina – enquanto uma paixão deixa a mulher ardente, os problemas emocionais, o mau funcionamento da tireóide e alguns medicamentos podem diminuir o desejo. Por isso, é bom fazer exames de dosagem hormonal caso a libido despenque sem motivo.
Fala-se muito dos órgãos sexuais, mas pouca gente conhece o funcionamento do pênis e da vagina. Ver figuras, pesquisar livros e sites sobre o assunto, aproveitar a visita ao médico para esclarecer dúvidas ajuda o casal a se entender melhor com a sexualidade e a derrubar mitos. Além disso, cuidar da saúde, da higiene e da beleza íntima é sinal de carinho, abre caminho para a expressão sexual.
Hormônios Nossa famosa flutuação de humor e amor é efeito da alteração hormonal do ciclo menstrual. O uso de hormônios sintéticos, como pílula ou reposição na menopausa, tende a diminuir essa oscilação, mas muitos fatores contribuem para bagunçar o tom da orquestra feminina – enquanto uma paixão deixa a mulher ardente, os problemas emocionais, o mau funcionamento da tireóide e alguns medicamentos podem diminuir o desejo. Por isso, é bom fazer exames de dosagem hormonal caso a libido despenque sem motivo.
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Sexo
IntimidadeEla cria o clima favorável à entrega, mas não é desculpa para passar o fim de semana de moletom. Não confunda intimidade com domesticidade. Mantenha vivo o charme e o mistério.
Jogo de sedução Nada é menos sedutor do que os estereótipos de sedução. Quem acredita que essa cartada se restringe a um único modelo (usar esse ou aquele figurino; fazer isso ou aquilo) está presa a artifícios. E seduzir não tem a ver com prisão e fórmula, mas com espontaneidade e gosto para o risco. Você experimenta para ver o que vai dar certo ou não. Esse é o frisson dos amantes. Existem jogos muito arriscados. Por exemplo: propor uma relação a três ou decidir realizar alguma fantasia e depois não segurar a onda. Cabe ao casal descobrir até onde quer ir e ter regras claras para o jogo a fim de evitar confusão. Só não perca de vista o motivo pelo qual você quer jogar. Para isso, tente se lembrar da última vez em que você olhou para o seu homem e pensou: “Como ele é bonito”. São coisas assim que movem você (e ele) a querer apostar de novo.
Jogo de sedução Nada é menos sedutor do que os estereótipos de sedução. Quem acredita que essa cartada se restringe a um único modelo (usar esse ou aquele figurino; fazer isso ou aquilo) está presa a artifícios. E seduzir não tem a ver com prisão e fórmula, mas com espontaneidade e gosto para o risco. Você experimenta para ver o que vai dar certo ou não. Esse é o frisson dos amantes. Existem jogos muito arriscados. Por exemplo: propor uma relação a três ou decidir realizar alguma fantasia e depois não segurar a onda. Cabe ao casal descobrir até onde quer ir e ter regras claras para o jogo a fim de evitar confusão. Só não perca de vista o motivo pelo qual você quer jogar. Para isso, tente se lembrar da última vez em que você olhou para o seu homem e pensou: “Como ele é bonito”. São coisas assim que movem você (e ele) a querer apostar de novo.
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Sexo
Mulher
A feminilidade não é um detalhe anatômico. A gente nasce com uma vagina, mas vai se tornando mulher ao longo da vida de acordo com nossas experiências e com o tipo de cultura em que estamos inseridas. A maturidade pode ajudar as mulheres a não se identificar com os padrões da mídia nem com as declarações ressentidas – quantas vezes você já ouviu uma mulher dizer que gostaria de nascer homem na próxima encarnação? Não há discurso pior do que esse, que não celebra nossa condição. Por outro lado, quando nos apropriamos do nosso feminino também não caímos na cilada da “supermulher”. Não precisa. Ser mulher já é muito. Pensando bem, é demais!
Namoro
Acha difícil manter o clima de romance ao longo dos anos? Mais difícil é ser casadíssima, mas carente de atenção e beijo na boca.
A feminilidade não é um detalhe anatômico. A gente nasce com uma vagina, mas vai se tornando mulher ao longo da vida de acordo com nossas experiências e com o tipo de cultura em que estamos inseridas. A maturidade pode ajudar as mulheres a não se identificar com os padrões da mídia nem com as declarações ressentidas – quantas vezes você já ouviu uma mulher dizer que gostaria de nascer homem na próxima encarnação? Não há discurso pior do que esse, que não celebra nossa condição. Por outro lado, quando nos apropriamos do nosso feminino também não caímos na cilada da “supermulher”. Não precisa. Ser mulher já é muito. Pensando bem, é demais!
Namoro
Acha difícil manter o clima de romance ao longo dos anos? Mais difícil é ser casadíssima, mas carente de atenção e beijo na boca.
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Sexo
Kama Sutra
Sexo também é cultura! O KAMA SUTRA é um monumento da literatura erótica indiana, com indicações de posições e ilustrações belíssimas. Os amantes atuais têm o que aprender com essa milenar filosofia da alcova. Para um aperitivo, dê uma de voyeur na enciclopédia livre da web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kama_Sutra.
Liberdade
Quanto maior a autonomia, menos submissa a mulher fica ao desejo do parceiro. O problema não é transar porque “ele quer” e do jeito que “ele quer” (tudo bem fazer isso se essa for a sua escolha no momento). O problema é quando você não sabe mais o que quer e deixa tudo – o casamento, a felicidade, o sexo etc. – na mão do outro. Essa é a diferença entre ser sujeito do próprio prazer ou tornar-se objeto. Assumir e sustentar suas necessidades e seus desejos é uma libertação que favorece não só a relação mas todas as esferas da vida. Faz diferença na cama e também no modo como a mulher explora e protege a própria sexualidade nas fases da iniciação sexual, gravidez, maturidade, menopausa e envelhecimento.
Sexo também é cultura! O KAMA SUTRA é um monumento da literatura erótica indiana, com indicações de posições e ilustrações belíssimas. Os amantes atuais têm o que aprender com essa milenar filosofia da alcova. Para um aperitivo, dê uma de voyeur na enciclopédia livre da web: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kama_Sutra.
Liberdade
Quanto maior a autonomia, menos submissa a mulher fica ao desejo do parceiro. O problema não é transar porque “ele quer” e do jeito que “ele quer” (tudo bem fazer isso se essa for a sua escolha no momento). O problema é quando você não sabe mais o que quer e deixa tudo – o casamento, a felicidade, o sexo etc. – na mão do outro. Essa é a diferença entre ser sujeito do próprio prazer ou tornar-se objeto. Assumir e sustentar suas necessidades e seus desejos é uma libertação que favorece não só a relação mas todas as esferas da vida. Faz diferença na cama e também no modo como a mulher explora e protege a própria sexualidade nas fases da iniciação sexual, gravidez, maturidade, menopausa e envelhecimento.
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A feminilidade não é um detalhe anatômico. A gente nasce com uma vagina, mas vai se tornando mulher ao longo da vida de acordo com nossas experiências e com o tipo de cultura em que estamos inseridas. A maturidade pode ajudar as mulheres a não se identificar com os padrões da mídia nem com as declarações ressentidas – quantas vezes você já ouviu uma mulher dizer que gostaria de nascer homem na próxima encarnação? Não há discurso pior do que esse, que não celebra nossa condição. Por outro lado, quando nos apropriamos do nosso feminino também não caímos na cilada da “supermulher”. Não precisa. Ser mulher já é muito. Pensando bem, é demais!
Namoro
Acha difícil manter o clima de romance ao longo dos anos? Mais difícil é ser casadíssima, mas carente de atenção e beijo na boca.
A feminilidade não é um detalhe anatômico. A gente nasce com uma vagina, mas vai se tornando mulher ao longo da vida de acordo com nossas experiências e com o tipo de cultura em que estamos inseridas. A maturidade pode ajudar as mulheres a não se identificar com os padrões da mídia nem com as declarações ressentidas – quantas vezes você já ouviu uma mulher dizer que gostaria de nascer homem na próxima encarnação? Não há discurso pior do que esse, que não celebra nossa condição. Por outro lado, quando nos apropriamos do nosso feminino também não caímos na cilada da “supermulher”. Não precisa. Ser mulher já é muito. Pensando bem, é demais!
Namoro
Acha difícil manter o clima de romance ao longo dos anos? Mais difícil é ser casadíssima, mas carente de atenção e beijo na boca.
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Orgasmo
Veja o que diz Jonathan Margolis no livro A HISTÓRIA ÍNTIMA DO ORGASMO – TUDO O QUE VOCÊ NUNCA SOUBE SOBRE OS MELHORES 10 SEGUNDOS DE SUA VIDA “Um orgasmo é mental e fisicamente tão benéfico quanto uma corrida de 8 quilômetros graças ao aumento dos batimentos cardíacos. (...) Ele melhora a respiração, a circulação, a força, a flexibilidade e o tônus muscular”. Se você não sabe o que é, ou esqueceu, procure tratamento, pois, se ter orgasmo não é obrigatório (dá para ter muito prazer na cama sem chegar lá), não gozar nunca é frustrante.
Pênis
Seja amiga dele. Desfrute do poder que você tem de estimulá-lo. Para masturbar o parceiro não se deve forçar demais a mão na glande – a cabeça do pênis –, e sim manusear a pele dessa região, para cima e para baixo, com ritmo regular. E, ao ver o pênis do seu parceiro ereto, não lhe poupe elogios – os homens geralmente sentem o maior orgulho de exibi-lo.
Veja o que diz Jonathan Margolis no livro A HISTÓRIA ÍNTIMA DO ORGASMO – TUDO O QUE VOCÊ NUNCA SOUBE SOBRE OS MELHORES 10 SEGUNDOS DE SUA VIDA “Um orgasmo é mental e fisicamente tão benéfico quanto uma corrida de 8 quilômetros graças ao aumento dos batimentos cardíacos. (...) Ele melhora a respiração, a circulação, a força, a flexibilidade e o tônus muscular”. Se você não sabe o que é, ou esqueceu, procure tratamento, pois, se ter orgasmo não é obrigatório (dá para ter muito prazer na cama sem chegar lá), não gozar nunca é frustrante.
Pênis
Seja amiga dele. Desfrute do poder que você tem de estimulá-lo. Para masturbar o parceiro não se deve forçar demais a mão na glande – a cabeça do pênis –, e sim manusear a pele dessa região, para cima e para baixo, com ritmo regular. E, ao ver o pênis do seu parceiro ereto, não lhe poupe elogios – os homens geralmente sentem o maior orgulho de exibi-lo.
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